El 16 de febrero de 1996, después de un largo y complicado proceso de negociación entre el gobierno federal y el EZLN, se firmaron los primeros acuerdos de paz entre ambas delegaciones. A once años de ese acto esperanzador, sucedieron múltiples acontecimientos que echaron abajo lo andado. Como una pequeña recapitulación de esta etapa de la vida política mexicana podemos destacar lo que sigue:
1. Los acuerdos de paz en materia de derechos y cultura indígenas fueron pactados en el marco de una negociación amparada por la Ley para el Diálogo, la Conciliación y la Paz digna en Chiapas, aprobada por unanimidad en el Congreso de la Unión el 11 de marzo de 1995. Los acuerdos de San Andrés Larráinzar no son resultado de una ocurrencia, ni de un momento de inspiración, sino la conclusión de un proceso de negociación que contó con el respaldo, la autoridad y el compromiso de todas las fuerzas políticas del país y todas las instituciones de la República.
2. La elaboración de la iniciativa de modificaciones constitucionales en materia indígena derivada de dichos acuerdos fue redactada en San Cristóbal de las Casas por la Comisión de Concordia y Pacificación (Cocopa), en noviembre de 1996, por acuerdo de las partes: gobierno federal y EZLN.
3. La iniciativa de ley es una trascripción puntual de los acuerdos de paz firmados. El contenido de la iniciativa de ley indígena de la Cocopa es el contenido de los acuerdos de San Andrés Larrainzar, ni más ni menos.
4. A pesar de tener el aval de sus representantes, el ex presidente Zedillo desconoció en la práctica, en los hechos, los acuerdos que firmó su gobierno.
Continua em:
http://www.jornada.unam.mx/2007/02/16/index.php?section=opinion&article=026a1pol
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Fiesta Tseltal de San Francisco Javier
Primer documental realizado "por y para" Tseltales en la Misión de Bachajón. Taller de jóvenes del área de "Fortalecimiento de la cultura e identidad Tseltal"
terça-feira, 28 de novembro de 2006
Guerrilha Eletrônica: o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e o uso das mídias audiovisuais contemporâneas
Autores: José Gaspar Bisco Jr. e Sonia Cristina Lino
In:‘Usos do Passado’ — XII Encontro Regional de História ANPUH-RJ 2006:
Resumo
Quando surgiu no cenário mundial em janeiro de 1994 o Exército Zapatista de Libertação
Nacional apresentava características parecidas com a de outros grupos guerrilheiros presentes na
história da América Latina. O uso das armas e os combates iniciais com o exército mexicano
mostraram um grupo muito bem estruturado militarmente e que usava táticas de guerrilhas
beneficiando-se da Selva Lacandona. Com o tempo, o uso de recursos audiovisuais como a televisão e
a Internet, se impôs como uma nova tática de guerrilha. Divulgando as idéias do movimento,
arregimentando militantes e simpatizantes em todo o mundo ou construindo sua versão da própria
história, os zapatistas colocaram aos historiadores contemporâneos a relação com suas fontes
novamente em questão. Esta comunicação busca refletir sobre essas novas fontes e seu impacto no
estudo da história.
Baixar artigo completo:
http://www.rj.anpuh.org/Anais/2006/conferencias/Jose%20Gaspar%20Bisco%20Jr%20e%20Sonia%20Cristina%20Lino.pdf
Palavras-chave: Meios de Comunicação; EZLN; Estudos Históricos; Guerrilha.
In:‘Usos do Passado’ — XII Encontro Regional de História ANPUH-RJ 2006:
Resumo
Quando surgiu no cenário mundial em janeiro de 1994 o Exército Zapatista de Libertação
Nacional apresentava características parecidas com a de outros grupos guerrilheiros presentes na
história da América Latina. O uso das armas e os combates iniciais com o exército mexicano
mostraram um grupo muito bem estruturado militarmente e que usava táticas de guerrilhas
beneficiando-se da Selva Lacandona. Com o tempo, o uso de recursos audiovisuais como a televisão e
a Internet, se impôs como uma nova tática de guerrilha. Divulgando as idéias do movimento,
arregimentando militantes e simpatizantes em todo o mundo ou construindo sua versão da própria
história, os zapatistas colocaram aos historiadores contemporâneos a relação com suas fontes
novamente em questão. Esta comunicação busca refletir sobre essas novas fontes e seu impacto no
estudo da história.
Baixar artigo completo:
http://www.rj.anpuh.org/Anais/2006/conferencias/Jose%20Gaspar%20Bisco%20Jr%20e%20Sonia%20Cristina%20Lino.pdf
Palavras-chave: Meios de Comunicação; EZLN; Estudos Históricos; Guerrilha.
terça-feira, 7 de novembro de 2006
sábado, 28 de outubro de 2006
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